O encerramento da janela partidária no dia 3 de abril provocou uma dança das cadeiras significativa na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems). O principal destaque dessa movimentação foi o fortalecimento do PL, que consolidou a maior bancada da Casa ao saltar para sete integrantes. O partido recebeu nomes de peso vindos do PSDB e do MDB, além de parlamentares que estavam sem legenda, compensando a saÃda de João Henrique Catan, que migrou para o Novo com foco na disputa ao governo estadual.
O Republicanos também apresentou um crescimento expressivo, quadruplicando sua presença no legislativo estadual ao atrair parlamentares vindos do MDB, União Brasil e PSD. Em contrapartida, partidos tradicionais como o PSDB e o MDB viram seus quadros reduzidos drasticamente. O PSDB, que antes contava com seis deputados, agora possui apenas três, enquanto o MDB ficou restrito a apenas um representante após as deserções ocorridas durante o perÃodo permitido para troca de sigla sem perda de mandato.
Outras siglas também registraram alterações pontuais, como o PP e o União Brasil, que receberam novos filiados, e o Avante, que agora conta com um representante. Por outro lado, a bancada do PT permaneceu estável, sem alterações em sua composição. Ao final deste processo, três legendas deixaram de ter representatividade oficial na Alems: Podemos, PSD e PSB.
Abaixo, confira a nova configuração das bancadas por partido:
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PL (7 deputados): Coronel David, Neno Razuk, Mara Caseiro, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Marcio Fernandes e Lucas de Lima.
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Republicanos (4 deputados): Antônio Vaz, Renato Câmara, Roberto Hashioka e Pedrossian Neto.
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PSDB (3 deputados): Lia Nogueira, Pedro Caravina e Paulo Duarte.
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PT (3 deputados): Gleice Jane, Pedro Kemp e Zeca.
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PP (3 deputados): Jamilson Name, Gerson Claro e Londres Machado.
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MDB (1 deputado): Junior Mochi.
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União Brasil (1 deputado): Rinaldo Modesto.
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Novo (1 deputado): João Henrique Catan.
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Avante (1 deputado): LÃdio Lopes.
- Redação





